Não dê importância alguma ao que está escrito aqui

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Texto reintrodutório, eloquente e mais objetivo.

Esse aí eu escrevi no blog de um amigo meu, da FAAP.


Acho que voltei...mas não prometo nada.


Olá,


Meu nome é Yan e pela educação que me foi concedida julgo ser de pouco tato começar a escrever em um blog sem me apresentar, não?


Sou estudante de Comunicação com Ênfase em Publicidade e Propaganda da Fundação Cásper Líbero. Eu teria feito Cinema na FAAP ou na ECA mas falta-me bolso pra uma e cérebro pra outra. A Cásper, apesar de paga conta com um núcleo de "wannabe esquerdistas" maior do que já vi em toda minha vida. E boa parte da minha base intelectual parte daquele lugar onde futuros jornalistas brigam pelo melhor argumento nos corredores, futuros profissionais de Rádio e TV correm de um lado pro outro armados com câmeras e microfones compondo todo tipo de programas malucos e inviáveis numa cultura tão pobre como a nossa (diversificada, mas ainda assim rasa) e futuros publicitários como nós quebram a cabeça tentando achar um futuro nessa área tão procurada e por consequência tão saturada. 


Mas gosto de acreditar que a publicidade vai dominar o mundo um dia desses. Hitler era o máximo? Claro que não. Aprecio muito o poder de oratória desse personagem do século XX mas a verdade é que por trás dele existia um homem feio, com olhos negros e fundos chamado Goebbels. Esse homem através da ferramenta chamada propaganda fez a Alemanha se dobrar  para uma proposta completamente non-sense através de palavras. E o Lula? Foi ele um grande orador em sua primeira campanha eleitoral vitoriosa? Não, não...por trás dele existia uma lenda da publicidade atual brasileira chamada Duda Mendonça, também conhecido por suas badaladas rinhas de galo.


A verdade é que temos na mão um poder muito grande e uma missão maior ainda. De vender alegria, felicidade, tesão, compromisso, lealdade...coisas que normalmente não achamos na prateleira do supermercado, mas é aí que entra a jogada que nos inspira a terminar o curso. Não vendemos produtos ou serviços. Vendemos conceitos propondo ao público-alvo uma mudança na vida, um diferencial que os faz acordar e se sentir maravilhosos simplesmente por respirar. 


Não tô aqui dando o mapa do tesouro ou falando uma verdade que nunca antes foi constatada. O ponto que quero chegar são vocês, futuros publicitários. Hoje apenas 8 de cada 100 jovens com faixa etária entre 18 e 24 anos cursam o ensino superior. O que quer dizer que de cada 99 crianças que entraram com você no ensino fundamental apenas 7 estão ao seu lado na faculdade. É o preço que se paga por viver num país tão desigual como o nosso que utiliza uma data festiva chamada Carnaval pra esquecer toda a atrocidade cometida contra a sociedade no anterior. O país tá ruim, a crise ferra mais ainda com a gente..."MAS OLHA QUE GOSTOSA A MADRINHA DE BATERIA DA VAI-VAI!". Seu objetivo enquanto futuro comunicador é trazer qualidade à área que ano após ano se banaliza mais e mais nas mãos de pessoas que pensam menos e menos. Sabendo que a sua criatividade um dia vai gerar tendências e moldar o corpo da nossa sociedade chamada de classe-média é de suma importância que haja um pouco de responsabilidade nesse processo. Não emburreça mais as pessoas. E por último mas não menos importante, enquanto parte da elite intelectual desse país trabalhe por uma mudança nos dados tão desanimadores da nossa educação.


Boa sorte e tenha um ótimo carnaval!


Obrigado.

Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Egoísmo/Hipocrisia

Faz muito tempo que não passo por aqui, estou um pouco enferrujado e espero que compreendam:

Foi debatido em mesa de bar dia desses dois defeitos cruciais das pessoas presentes. Um deles é o egoísmo.

Egoísta é o cara que sempre se põe em primeiro lugar independendo se isso vai acarretar em pouco bem pra ele e muito mal pra pessoa que sofre com isso. Não enxerga que às vezes é necessário abrir um pouco mão pra que as coisas dêem mais certo ainda no futuro. Não sabe ser político ou recuar. 

Isso acaba machucando pessoas já que é nítido que se dá mais do que recebe. Um pouco pra que haja equilíbrio é bom. Mas às vezes tenho a impressão de que em breve vou ter que pagar mensalidade pela amizade. Depois de um tempo já não se pode esperar muito, porque sabe que não vai dar certo. Você insiste mas e daí? A pessoa nem te ouve.

A amizade existe pelas afinidades, pelo número de vezes que você fala ao dia a mesma coisa que a outra ia falar, ou simplesmente completa o que ela ia dizer. Pelos planos futuros que acabam envolvendo direta ou indiretamente o indivíduo. Os perrengues passados e os futuros. Mas quando vê que tá dando dez reais e recebendo um de volta a coisa começa a complicar.

Sem contar que o egoísta também se acha auto-suficiente. Aí FODEU. O cara não te liga, não aparece, não se diverte se não é do jeito dele a noite, cara de bunda, cara de bunda, cara de bunda.

Abra mais mão das coisas...você será mais feliz. E falar isso acaba levando ao meu problema que vem nas linhas abaixo.



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Muitas das pessoas que eu conheço me acham hipócrita. Pra todo mundo isso é um defeito...pra mim não:

Por muitas vezes você reconhece valores que no momento não são alcançáveis. Você gostaria muito de ser de outro jeito. Tomar decisões mais humanas, pensar nos outros, ir à igreja. Simplesmente não faz, mas sabe que deveria. Se fôssemos todos exatamente como idealizamos alguém perfeito qual seria a necessidade de continuar se transformando dia após dia? Pra que acordar amanhã?

Então o que eu faço não é a prática mais incorreta do mundo. Eu aconselho pessoas a fazer algo que eu mesmo acharia ótimo se fizesse. Hipocrisia é uma palavra ruim, mas o ditado "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" é até bacana de ser jogado na mesa. 

Se eu julgo fazendo o mesmo ao menos tenho a consciência do que é certo pra mim e te recomendo o melhor! Um dia provavelmente vou deixar de ser assim. Mas a verdade é que todos nós somos hipócritas. O fato de fazer algo e saber que é errado já configura uma hipocrisia. A diferença é que a minha é falada.

Um autor famoso disse certa vez que "a hipocrisia é o presente da virtude ao vício.". Tendo em vista que virtude é algo bom e certas vezes inatingível, a hipocrisia é o mais próximo da virtude que conseguimos ter se não a temos de fato. 

Caminhamos o tempo todo atrás da virtude até que algum dia essa busca torna-se padrão de comportamento e fica incorporado pra sempre. Enquanto isso, qual o problema se não fazemos o que falamos? Fico muito contente em saber que algumas coisas que faço são erradas. Mostra que eu já sei por onde começar...meu dever como amigo é alertar que certas atitudes não se tomam. 

Eu não sou exemplo pra ninguém e nunca tentei ser. 

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Como é difícil escrever aqui depois de um ano e pouco. Vou largar a prolixidade (vai no google) de lado e tentar de novo semana que vem.

Saudade de todo mundo.

E meu aniversário tá chegando. Sugestões?

Domingo, 11 de Maio de 2008

Hiato.

198 dias sem escrever. Hoje à noite eu mando alguma coisa.

Eu preciso.

Você também.

Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

USA UNDER ATTACK!

Após o Show de Calouros, voltamos com a programação normal. (Ufa!)
Países do Oriente Médio nesta quarta-feira realizaram uma coalizão enviando tropas e armamento bélico aos Estados Unidos. Encabeçados por chefes de grupos terroristas e chefes de governo, o contingente de mais de quinze milhões de soldados, fanáticos, terroristas e lunáticos entraram no país por Miami, Flórida sem visto e passaporte dada uma falha no sistema de migração do país. As autoridades americanas pretendem regularizar a situação dos Iraquianos, Sírios, Iranianos, Turcos, Afegãos, Uzbeques, Soteropolitanos, Sauditas, Hermafroditas e um pequeno público que veio da Coréia do Norte dar apoio moral e, se preciso entrar em combate armado com as tropas norte-americanas.

O Presidente Russo Vladmir Putin, em coletiva internacional admitiu estar feliz com a situação e que pretende “ajudar a coalizão da forma que for preciso” e ainda disse que “espera por esse momento desde seus quinze anos.” Putin parecia uma criança em sua coletiva e não disfarçou nenhuma possível compaixão quanto ao seu colega, o Presidente George W. Bush.

Bush, por sua vez, omitiu-se quanto ao fato e Condolleezza Rice, mais uma vez, resolveu tomar as rédeas da situação dizendo que “o quadro é imperdoável e que se esses cidadãos pretendem mesmo ficar no país é bom que se regularizem quanto às normas de migração e que paguem todos os impostos que são dever de qualquer transeunte norte-americano”.

King Jong Il, líder Norte-Coreano, em sua coletiva não aguentou e começou a rir descontroladamente na frente dos jornalistas.

Osama Bin-Laden, mentor dos ataques terroristas de onze de setembro resolveu mostrar a cara após seis anos de anonimato. Com rosto gorducho, luzes no cabelo e piercing no septo comunicou através da agência de notícias Reuters que “a batalha travada em território americano diz respeito à onipotência racionalista, o cristianismo individualista e o materialismo moderno.” E por fim, mas não menos importante, completou dizendo que seu time favorito é o Botafogo e que gosta de Lasanha, prato típico italiano.

Até o fechamento desta edição os ataques continuam seguindo até o nordeste dos Estados Unidos, onde se localiza Nova Iorque, centro econômico mundial e o noroeste, onde se encontra Washington, capital Estadunidense.

Domingo, 30 de Setembro de 2007

Cansei.

É esquisito falar isso mas eu cansei de escrever. Não tenho mais saco pra ficar reparando em tudo por aí e escrevendo.. Era gostoso...mas e daí? Tanta coisa boa pra fazer e eu preocupado com essa página que não me levou a quase nada. Foi uma ótima tentativa mas concordo que é pura masturbação mental. "É legal ler...mas e daí? O que ele realmente sabe sobre a vida?" ou "Lá vem ele me passar o blog de novo. Nunca tive curiosidade de abrir e nem gosto tanto assim de ler" Às vezes acho que esse blog é uma descarga. "Tô puto, vou escrever no blog." Eu não preciso dividir nada do que eu penso com terceiros que provavelmente vão chegar no segundo parágrafo, clicar nos comentários e mandar um "Porra, Yan...você escreve muito bem. Beijos!" Pelo amor de Deus...sei que não existem só esses aí e me perdoem os que resolvem viajar comigo. Vocês são outra história.
Esses dias me veio à cabeça se eu não sou tão palhaço quanto um "Você está cercado por quatro mulheres agora. Uma é a sua carrasca...blá, blá, blá." da vida. (Se você tá rindo agora saiba que faz parte de um novo mundo pra mim. Parabéns) Acho que não tenho a cabeça que imagino que tenho. E essa é a real...eu sou só um metidinho a besta.

O que eu sei é que esses tempos foram ótimos e agradeço ao PAE (Pessoal de Apoio ao Ego) por ter me ajudado quando mais precisei de um afaguinho. Agradeço também aos esforçados em escrever algo legal no meu blog já que isso prova que ele tava mudando a tua cabeça um pouco. E por fim, não posso me esquecer também daqueles que rebatem minhas teorias mirabolantes com argumentos estarrecedores. Vocês são ótimos e fazem eu me sentir em casa. Não sou só eu o louco.
Não sei mais o que escrever mas sinto que o momento é solene pra você também leitor(a). Com essa experiência digo que você pode muito bem começar um blog (não hoje..faz isso amanhã, sei lá.) e mandar ver no que você sente sobre o mundo. A sensação de estar postando uma verdade absoluta que ninguém tinha percebido ainda. Mostrar qual é a sua e saber que é grande o bastante pra ser escrito, não falado. Tudo isso é muito bom mas já deu. Tá aí a dica e acho que é só isso mesmo. Um "tchau" seguido de um "até breve" pra todos vocês.

É mentira...eu vou continuar escrevendo.

Domingo, 23 de Setembro de 2007

Atributos e Aptidões (ou "Trabalho de Português")

Para plena compreensão desse é necessária a leitura prévia do conto de Drummond de Andrade chamado "Miguel e seu furto" que está à página 101 da obra "Contos de Aprendiz", editora Record.

O conto narrado em terceira pessoa fala sobre a história de Miguel, rapaz de grandes talentos e atributos, mas sem nenhuma aptidão. Adorado pela família, tinha "tranquila identificação com o mundo" segundo o autor. Porém, não conseguindo nenhuma atividade lucrativa e sendo constatado pela família que carecia de aptidão, os comentários começaram a sumir até virarem uma mera consideração abstrata. Era sustentado por um tio contrabandista, um irmão jogador e pela simpatia coletiva. Mas os parentes perderam seus "negócios" e e "o dom da simpatia humana murchou um pouco pelo mundo".
Miguel estava sozinho e estava no mesmo caminho em que pessoas nervosas pensam no suicíduo até que lendo notícias em jornais numa banca teve uma brilhante idéia: Iria roubar o mar. Drummond, através de uma inigualável comparação justifica o "crime" de seu protagonista. Peço que o trecho à seguir seja lido com muita atenção para que "se pegue o espírito da coisa":

"Furtar é ato mental, como qualquer outro, em que a deliberação ou intenção prevalece sobre as medidas complementares de execução. O tesoureiro que furta de uma estrada de ferro não leva para casa trilhos e locomotivas, mas só uma sutileza socrática ou um materialismo rombudo, que afinal se equiparam, poderão sustentar que tais objetos não tenham sido furtados na essência, porquê o não foram na aparência."

Dada minha humana ignorância tive que ler esse trecho cerca de oito vezes até entender direitinho. Mas a sacada do Miguel era essa: "Furtar" é um ato completamente simbólico à partir da consideração sobre o item furtado. O mar não era de ninguém, logo, Miguel pegou o mar pra ele. Não era exatamente um crime, era um insight. Mas não quero falar sobre o insight agora.
Miguel que era um "Zé-Ninguém" da vida, tinha toda a extensão do mar só pra ele. Aquele bostinha agora mandava e desmandava em todo o oceano e logo implantou uma regra: Pessoas não podiam fazer excursóes turísticas em navios ou entrar no mar por lazer. Apenas embarcações comerciais poderiam trafegar mar-adentro. Miguel ganhava toneladas de dinheiro com seu novo negócio até que o imprevisível aconteceu. Uma criança de sete anos saiu desembestada de lugar álgum, correu em direção ao mar e lançou-se à água. Tal atitude foi olhada com perplexidade pelas pessoas que começaram a amontoar-se vendo a criança se esbaldar naquela grande propriedade particular de Miguel. Então outro moleque pulou também, e outro rapaz, e mais uma moça. Todos estavam novamente lá e os planos de Miguel foram interrompidos. Porém não saiu de mãos abanando. Já havia ganho muito dinheiro que daria para o resto de sua vida e passou a dedicá-la (por nostalgia) a uma coleção de conchinhas, hábito adquirido dos tempos em que o mar era seu.

Tá...o que Drummond quis passar além da idéia de ter uma "criação-original-divina" em suas próprias mãos?
Miguel poderia ser um rapaz sem aptidão alguma. Mas de maneira nenhuma era um sujeito genérico. Era dotado de pensamento ímpar que o levou à sua brilhante idéia de furtar o mar. Para pessoas como Miguel não é preciso caçar oportunidades por aí. Elas aparecem de uma vez embaralhadas e o sujeito monta a idéia revolucionária, o insight que eu deixei de falar dois parágrafos acima. "Foda-se a aptidão. Meu nome é "Idéia"" poderia ser o raciocínio de Miguel. Apesar de desacreditado, ele resolveu sua vida em bem menos tempo que teve sua credibilidade manchada por ser um cônviva de atributos e não de aptidões.
Mas logo constatou-se que isso era mais um fato que uma fofoca familiar, já que Miguel teve uma brilhante idéia que no fim não soube administrar. Azar o dele e sorte a nossa de ainda poder nadar por aí sem pagar qualquer taxa. Mas até quando?

FIM




Sonia, te amo!

Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Relacionamentos saudáveis, parte 1 de ?.

O ciúme.

Ciúme é aquela indignação em achar que talvez haja algum envolvimento maior que o que você pode tolerar entre a pessoa que está com você e a "inha"... ou o "inho".
Isso parte da idéia metonímica que aquela pessoa que está com você é sua. Foi ao supermercado, escolheu aquele que gostava mais, passou no caixa, botou na sacola e foi pra casa. É im-per-do-á-vel que teu cônjuge tenha uma boa amizade com pessoas do sexo oposto. Afinal, ele tá ali pra te amar e não pra ficar de conversinha com a "inha".
O ciúme é algo que cresce em paralelo com uma certa paranóia. É o ciúme contido. Que começa com um simples "quem é ele?", envolve um "o que vocês tanto conversam?", até que finalmente chega no "você já teve alguma coisa com ela?". Mas tudo numa boa. Você insiste em não mostrar nenhuma importância. Afinal, é só um amigo dela.
Mas a situação continua e a sua inquietação aumenta. Passa a ser um ciúme-espião. Aquele em que você pesquisa a vida do sujeito. "De onde ele vem?", "da onde eles se conhecem?" são as primeiras perguntas que vem à sua mente. Mas logo depois você se vê num estado de paranóia. Ela fala pra você "vou sair com ele" e você já retruca um "não!". Mais por instinto do que por qualquer outra coisa. Mas você é flexível e deixa. A dúvida que você não queria na sua cabeça aparece: "será que rola alguma coisa?"...e da-lhe fuçada no orkut. Ah, esse orkut, que fode tanto a vida de todo mundo. A vida era ótima quando essa ferramenta não existia. Mas, enfim...
Eles ficam de conversinha no telefone e você já não suporta essa situação. Começa a "guerra fria". Você tenta enfiar coisas na cabeça dela, sabendo que isso não vai adiantar. Mesmo assim você tem uma esperança. Ele tornou-se uma ameaça e você precisa combatê-la. É a hora dos joguinhos e você tenta uma aproximação com ele. Porra, você quer saber qual é a do cara com a tua mulher. E é aí que a situação foge do seu controle. Sua cabeça vai a milhão a cada telefonema, a cada scrap, a cada cumprimento. Você precisa tomar uma atitude, seus joguinhos não deram certo, suas mentiras foram por água abaixo. Mas ela é SUA e você quer fazer o impossível pra banir essa ameaça do seu relacionamento.
E é nessa hora que você explode. Grita com todo mundo, quer sair na porrada, quer falar palavrão até não acabar mais. Isso só piora a situação. "Oh, meu Deus. O que eu faço agora?" Simples. Você OBRIGA a tua namorada a parar de falar com ele. E sabe o que ela faz? Aceita. É mais barato abaixar a cabeça. Você foi um babaca mas conseguiu o que queria. Parabéns.

Esse é o ciúme. "Foda-se se eles tem ou não alguma coisa...eu não gosto disso e acabou" é a idéia. Atitude que quando repetida várias vezes nos leva à parte 2 de "Relacionamentos saudáveis".

Dedicado ao Paulo, o rapaz que conseguiu o que queria.